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domingo, 22 de março de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Joseph Hentges


Descobri hoje este Senhor quase por acaso quando um dos vídeos dele apareceu entre os resultados de uma pesquisa relacionada. O Sr. Hentges usa essencialmente a Teoria das Ondas de Elliott, ferramenta técnica que eu até nem aprecio particularmente.

No entanto, os seus vídeos são bastante exaustivos, cobrindo todos os grandes índices americanos, indicadores de risco e volatilidade, novos máximos e mínimos, avanços e recuos e também  a evolução bolsista de vários ETFs e acções. É uma análise um pouco semelhante à de Brian Shannon, mas com uma abordagem diferente.

O que eu mais gostei neste vídeo foi a análise de longo prazo com resolução semanal (i.e. realizada sobre o gráfico das velas semanais), uma raridade nas análises que se encontram de YouTube. A resolução semanal é aquela que o vosso estimado blogueiro prefere, apesar de também dar atenção à resolução diária e à resolução intra-diária. Porquê? É simples, porque é aquela que melhores resultados me tem dado ao longo dos anos! Eu acredito em temporizar o mercado e em "cavalgar o Bull Market", conforme preconiza o Dr. Braga de Matos no seu "Ganhar em Bolsa". A análise técnica de médio e curto prazo serve apenas para eu determinar entradas, saídas e reforços de posições.



O vídeo é demasiado longo para eu poder enumerar os pontos-chave como faço habitualmente para os vídeos do Sr. Shannon. No entanto, saliento algumas ideias do Sr. Hentges:
  • O dólar ($USD) ainda deverá cair mais um pouco e descer até à MM(50) antes de recuperar e voltar a subir.
  • Já o ouro (GLD) deverá subir nas próximas sessões, provavelmente até à MM(200)
  • A espectacular subida do índice das biotecnológicas (IBB) é demasiado pronunciada e é bem provável que tenhamos uma correcção nos próximos dias.
  • É possível que a US Steel Group, Inc. (X: NYSE) esteja em vias de recuperar, mas ainda é cedo para dizer.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (21)


Eu não dizia que estavamos perante a calma antes da tempestade? Conforme "anunciei" no postal anterior, os mercados americanos encontram-se presentemente a corrigir, depois de terem andado a subir durante sete semanas seguidas. Devo confessar que estou um tanto ao quanto surpreendiso com a rapidez das quedas observadas nas últimas sessões. Ao contrário dos analistas mainstream, que estão geralmente optimistas e até acham que os índices vão voltar a subir já na próxima semana, estou convencido que as quedas ainda não vão ficar por aqui. O S&P 500 já perdeu 3,7% desde o máximo  de 2079,47 pontos registado no dia 5 de Dezembro. O Nasdaq 100 perdeu 3,4%. O DJIA perdeu 3,9%. O DJTA perdeu 5,1%. O Russell perdeu 3,3%.


Alguns pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
  • [02m32s] Não há nenhuma razão para comprar acções enquanto os índices continuarem a fazer novos máximos e novos mínimos mais baixos do que os máximos e mínimos imediatamente precedentes, ao mesmo tempo que se mantêm abaixo da média móvel a cinco dias -MM(65)- cujo declive é presentemente descendente;
  • [03m10s] Há pessoas que gostam de abrir ou reforçar posições quando um determinado índice cruza uma determinada média móvel, e.g. MM(50), mas essa estratégia não é garantia de sucesso: o preço pode continuar a cair durante muito tempo depois desse cruzamento;
  • [03m55s] O petróleo tem caído a pique, mas isso não significa que vai deixar de cair nos próximos tempos; lembre-se: «a tendência é tua amiga. Apostar contra a tendência é como mijar contra o vento»;
  • [06m10s] O Russell 2000 (através do ETF IWM:NYSE) está a testar novamente a zona de suporte $114,25 - $115, que tem sido a região onde as quedas dos preços têm sido detidas no último mês e meio (aqui o vosso blogueiro não acredita que essa zona se aguente);
  • [07m54s] Nunca se deve cometer o erro de comprar acções só porque o preço desceu um bocado ou, como alguém terá dito «nunca se deve tentar apanhar facas em queda»; em vez disso, é preciso esperar por sinais concretos de que as descidas terminaram e só voltar a entrar ou a reforçar posições depois de esses sinais se terem manifestado; tentar adivinhar "fundos" é um jogo de tolos; o mesmo deve ser dito para a IBM (IBM:NYSE), aos [14m50s];
  • [10m03s] O ouro está a dar sinais consistentes de força e, para os mais ousados, poderá ser uma aposta interessante; no entanto, aqui o vosso não recomenda, por entender que a tendência primária ainda é descendente e, portanto, comprar ouro neste momento seria uma aposta de natureza meramente especulativa, não um investimento;
  • [10m51s] O momento da Apple (AAPL:Nasdaq GS) continua claramente descendente, sendo inclusivamente possível identificar pontos de entrada dos ursos (bears) sobre a MM(65);
  • [13m12s] Apesar de ter sido alvo de um recente "upgrade" por parte das casas de corretagem, a GoPro (GPRO: Nasdaq GS) continua em forte tendência descendente; mais uma vez, fica patente o velho adágio «apostar no preço e não nas notícias»;
  • [15m49s] A Infinera (INFN:Nasdaq GM) tem bons fundamentais (segundo o Sr. Shannon, eu ainda não olhei para eles) e mantém potencial de subida; no entanto, ainda precisa de superar a zona de resistência entre os $14,4 e os $14,5 antes de voltar a ser uma boa aposta.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Russell 2000 (via IWM), gráficos semanal e diário, 26-Nov-2014


Numa altura em que os mercados americanos parecem estar a perder momento ascendente e a preparar-se para uma correcção, vale a pena voltarmos a olhar para aquele que tem sido o mais fraco dos grandes índices dos EUA durante o presente ano de 2014, o Russell 2000, também conhecido como o índice das small cap (empresas com pequena "small" capitalização em bolsa "cap").

Como já é habitual aqui no AnB, vamos utilizar o fundo transaccionável (exchange-traded fund, ETF) iShares Russell 2000 (IWM: NYSE) para fazer a nossa análise, pela simples razão de que os gráficos do índice $RUT não são acompanhados pelo volume transaccionado, elemento que eu considero ser muito importante.

Ao contrário do que é habitual, hoje vamos começar pelo gráfico semanal. Porquê? Porque é ao nível desta resolução temporal (semanas) que está a ser travada a batalha que realmente interessa:


O que temos aqui? Bem, para começar, uma forte resistência na zona dos $ 120, que vigora praticamente desde o início do ano e que, na sequência de um topo duplo, fez o ETF corrigir de $120,18 para $103,54, uma queda de cerca de 13,96%! Em Outubro, porém, os investidores começaram a injectar dinheiro novamente nas small cap, fazendo aumentar fortemente o volume transaccionado e elevando rapidamente os preços até à zona de resistência, acima do máximo local do início de Setembro ($117,48).

Portanto, estamos agora num ponto muito interessante: nas últimas três semanas, o IWM aproximou-se da resistência ($120), voltou a descer até à MM(50) e está agora mais ou menos a meio caminho entre as duas. Com o PPO na zona que pintei a amarelo no gráfico, entre duas LTDs que vigoram desde 2013, é possível que o IWM continue a avançar para cima. No entanto, como os outros índices denotam alguma saturação, também é possível que o IWM corrija nos próximos dias.

Para tentarmos inferir o que vai acontecer, ou melhor, o que é mais provável que aconteça (porque nestas coisas dos mercados nada é garantido), vamos agora olhar para o gráfico diário:


Pode ver-se que, apesar de o gráfico diário (ainda) não colocar em causa a tendência ascendente semanal, há divergências entre a evolução ascendente do preço e os indicadores técnicos (PPO e CMF descendentes) que sugerem quedas nas próximas sessões. Por "próximas sessões" entendam-se os próximos quinze dias. 

Concluindo, é realmente uma pena, mas julgo que ainda não vai ser desta que o IWM vai superar a grande resistência de 2014 ($120)...

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Russell 2000: a hora da verdade!


Hoje foi mais um bom dia para os investidores, sobretudo no que respeita às small caps, com o índice mais fraco de todos, o Russell 2000, a continuar a sua grande recuperação e a subir mais do que qualquer um dos outros grandes índices (S&P 500, DJIA, DJTA e Nasdaq 100). No entanto, depois de ter feito um máximo mais baixo (1)-(2) seguido um mínimo mais baixo (i)-(ii), o $RUT está agora num momento decisivo que pode determinar um ponto de inversão no presente Bull Market.


Porque é que eu digo isto? Basta olhar para a zona de resistência que eu pintei a verde-claro no gráfico acima. Foi ali que o Russell 2000 se deteve nos últimos meses, iniciando uma correcção que, entre o máximo de Julho e o mínimo de Outubro, o fez cair 14,26%. Esta percentagem, por si só, ainda não compromete o Bull Market mas, se o índice esbarrar novamente na zona a verde-claro, poderemos ter nova queda, com a correcção global a ultrapassar os 20%, valor que convencerá muitos investidores da chegada do Bear Market (eu só ficarei convencido quando pelo menos outros dois grandes índices registarem também mínimos e máximos mais baixos, de preferência o S&P 500 e o DJIA).

Portanto, amanhã vai ser um dia emocionante: se o preço testar a resistência e cair, o melhor é apertarmos as stops e ver até onde ele desce. Se descer abaixo da MM(20), actualmente nos 1091,73 pontos, vai ser muito difícil voltar a subir. Mas se aguentar no suporte algures nos 1110 pontos, ainda haverá esperança.

domingo, 5 de outubro de 2014

S&P 500, Nasdaq 100, DJIA, DJTA, Russell 2000 (diário, 03-OUT-2014)


S&P 500

A análise que Harmon fez no postal anterior para o SPY está muito bem, mas gostaria de complementá-la com este gráfico que fiz para o S&P 500:


O que eu quero dizer é o seguinte: o PPO e o CMF podem dar-nos pistas importantes para avaliarmos se estamos perante uma reversão para cima ou não. Em relação ao PPO, há uma LTA (a cor vermelha) que está prestes a ser testada. Se a MME(12) lhe tocar e subir para cima, será um sinal francamente positivo. Da mesma forma, se o CMF não ficar vermelho nas próximas sessões, teremos mais uma confirmação da reversão. O volume transaccionado está finalmente a aumentar novamente, o que é um bom sinal para os investidores.


Nasdaq 100

O Nasdaq continua a ser o índice mais interessante do ano, não só por ser aquele que acumula mais ganhos (11,61%), mas sobretudo por ser aquele que reage mais rapidamente nos movimentos ascendentes, estando já novamente acima da MM(50).


Aquela Dragonfly Doji da sessão de Quinta-feira é regalo para os olhos, mas o CMF ainda está francamente negativo. Prefiro esperar por mais sinais de força, que até poderão vir já na sessão de amanhã.


Dow Jones Industrial Average

Também o DJIA está em grande forma, tendo feito uma Dragonfly Doji quase tão bonita como a do Nasdaq. Infelizmente, os problemas são os mesmos: falta de confirmação pelos indicadores técnicos.


No entanto, a vela de Sexta-feira foi praticamente uma Marubozu, apenas com uma ligeira rejeição de máximos. Portanto, se o DJIA ultrapassar a MM(20), será suficiente para eu considerar que está novamente em modo bullish.


Dow Jones Transportation Average

Há muita gente que diz que o DJTA está ultrapassado, mas eu discordo, por dois motivos. O primeiro prende-se com a venerável Teoria de Dow, que relaciona os ganhos das empresas de transportes com a boa saúde dos Bull Markets: se as empresas de transportes estão a aumentar os seus lucros, então é porque há cada vez mais passageiros e mercadorias para transportar e, concomitantemente, a economia está a crescer. Já o segundo motivo prende-se com este gráfico:


O índice até pode estar "ultrapassado", mas sobe mais do que os outros todos! Foi o único que chegou a testar a MM(20) durante a semana passada. O DJTA não pode ser negociado directamente, mas existe um ETF bastante líquido que o replica muito fielmente, o iShares DJ Transportation Average Index Fund (IYT: NYSE). Estou francamente tentado a abrir uma posição, mas ainda é cedo.


Russell 2000

Eis-nos finalmente chegado ao "patinho feio" do índices norte-americanos. O Russell não tem volume, imprescindível para a nossa análise, razão pela qual nos temos que nos guiar pelo ETF que mais fielmente o replica, que é o IWM:


Há quem diga que o RUT tem um potencial de valorização enorme, mas a mensagem que este gráfico nos transmite é clara: se forem especuladores, apanhem o barco; mas se forem investidores, fiquem longe!!! Apesar de haver uma zona de suporte claríssima entre os $ 106 e os $ 108, o padrão do preço é medonho: novos mínimos e novos máximos abaixo dos seus precedentes. Mas ainda há mais: um "Death Cross", situação em que a MM(50) cruza a MM(200) de cima para baixo, um sinal que muitos investidores encaram como o fim do Bull Market, pelo menos para o índice em causa.

Já eu, como nem aprecio pessimismos catastróficos nem euforias desenfreadas, prefiro esperar. O que eu vejo no gráfico é uma possível consolidação de vários meses, mas o Russell precisa urgentemente de fazer novos máximos acima dos anteriores para confirmar esta hipótese. Idealmente acima dos $ 120 pontos mas, pelo menos, acima do máximo registado no início de Setembro. Enquanto isso não acontecer, eu só quero distância das small caps.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A propósito da subida do Russell 2000


Por fim, o Russell 2000 deu sinais de vida! Ainda não foi nada de definitivo, mas para um índice que ameaçava entrar em Bear Market, é um primeiro sinal positivo, sobretudo tendo em conta as fortes quedas registadas nos últimos dias. Infelizmente, os mé(r)dia estão novamente a mostrar o que valem, ou seja nada, polarizando o seu discurso até níveis verdadeiramente ridículos: uns dizem que estamos perante um "dead cat bounce" e que o Russell 2000 está simplesmente a dar o último suspiro antes de partir para as profundezas do abismo. Outros dizem que "agora é que é!", o Russell vai subir como um foguete e só o céu é o limite... tudo isto ao fim de um dia, UM mísero dia!!!... Arre porra, tanta burrice chega a ser deprimente...

Ainda assim, lá aprece alguma coisa que se aproveite no meio de tanta lixeira. É o caso deste interessante gráfico feito por David Nelson, que compara a evolução dos dois ETFs que replicam os índices S&P500 e Russell 2000, o SPY e o IWM, respectivamente:


Diz Nelson :

«Ainda estou indeciso em relação a esta situação. Hoje li vários comentários bons acerca do Russell 2000 e todos salientam a enorme underperfomance do índice nos últimos tempos. No entanto, o IWM foi líder na sessão de hoje. 

Decidi elaborar este gráfico comparativo entre o IWM e o SPY. Como pode ver-se, o Russell tem estado a devolver a outperformance que foi manifestando nos últimos 5 anos.»

Vá lá, ainda há gente com bom senso entre os "especialistas" dos mercados. Para quem não percebeu: as recentes quedas no Russell 2000 são apontadas por muitos como o pronúncio do fim do presente Bull Market. Este gráfico mostra que, em termos relativos, só agora o Russell está ao nível do S&P500 e, portanto, a "fraqueza" das últimas semanas não pode ser tomada como um indicador da fraqueza global do mercado porque o RUT estava em manifesta outperformance.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

S&P 500 atinge os 2000 pontos pela primeira vez na história


É um marco histórico: o índice Standard & Poor's 500, baseado na média ponderada das capitalizações de 500 grandes empresas (não necessariamente as maiores) listadas na NYSE e no NASDAQ, perfurou ontem (25-Ago-2014) a mítica barreira dos 2000 pontos:


O índice acabou por rejeitar o novo máximo, fechando um pouco abaixo, nos 1 997,92 pontos. Provavlemente, vai agora seguir-se um período de grande luta em redor da resistência nos 2000 pontos, com vários avanços e recuos, à semelhança do que aconteceu quando o S&P chegou aos 1000 pontos, há já uma década atrás.

No entanto, é preciso recordar que muitos dos especuladores que estão de férias durante os meses de Verão tendem a regressar em Setembro, havendo por isso algum potencial para que o S&P 500 permaneça acima dos 2000 durante o próximo mês. Por outro lado, os mercados americanos têm perdido muito volume desde o ínicio do presente Bull Market. O índice das small caps, o Russel 2000, tem dado sucessivos sinais de fraqueza nos últimos meses.

Para já, o Bull Market continua. Mas recomenda-se muita prudência aos investidores. O Touro já não parece ter a força de outrora...

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Mercados americanos: sobre as quedas registadas ontem


A volatilidade regressou aos mercados financeiros globais na sequência de vários desenvolvimentos que levaram à venda de activos de risco, desde acções até petróleo. O Dow Jones Industrial Average caiu mais de 317 pontos (1,88%), enquanto o Nasdaq 100 e o S&P500 registaram um decréscimo de cerca de 2%.

Os analistas da Forbes não têm dúvidas quanto às causas das quedas observadas ontem. Por exemplo, Jesse Colombo, que se intitula "um analista económico que alerta para as bolhas especulativas pós-2009", escreve que o "selloff" foi despoletado pelo default da Argentina, pela crise do BES (sim, a Forbes também culpa o BES pela queda global dos mercados), pelo aumento da inflação, pelo aumento expressivo dos números do desemprego nos EUA e correspondente índice de custo (os EUA têm um índice que mede o custo do desemprego) e, sobretudo, pelos receios de que os mercados americanos estejam já demasiado caros.

Diz Colombo: "Depois de um declínio tão acentuado, as acções tendem a ressaltar durante alguns dias, à medida que os participantes do mercado reavaliam a situação e tomam partido dos preços mais baixos." N.B.: Nem sempre é assim: às vezes os preços caem abruptamente durante semanas inteiras, havendo apenas um ou dois dias de interregno entre os dias de grandes quedas. E a avaliar pelos futuros e pelas transacções nos pré-mercados dos EUA, esse deverá ser o caso hoje.


Prossegue Colombo: "O Dow está presentemente mesmo em cima do seu suporte nos 16 500 pontos, um nível que desempenhou um papel importante nos últimos oito meses, o que torna um ressalto nesta zona muito provável. Uma quebra deste suporte seria, por outro lado, uma razão de preocupação".



"Já o S&P500 tem o seu nível de suporto nos 1900 pontos, 30 pontos abaixo do fecho do índice na sessão de ontem (Quinta-feira, 31-Jul-2014)".


"O índice das tecnológicas Nasdaq 100 ainda se encontra assim da sua LTA, devendo permanecer aí para ficar intacto". N.B.: Colombo usa esta palavra verdadeiramente infeliz, "intacto". Nada permanece realmente intacto nos mercados financeiros, até porque a LTA que ele desenhou é de médio prazo e o que conta para feitos dos Bull Markets são as LTAs de longo prazo.




"O Russell 2000 teve o pior desempenho de todos os índices americanos desde o início do ano, apesar de permanecer dentro de uma gama estável entre os 1090 e os 1210 pontos. No entanto, os hedgers comerciais (linha a cor verde clara no gráfico), que são frequentemente considerados os "investidores inteligentes", têm estado a construir uma posição bullish de mais de 40 000 contratos no Russell 2000".



Conclui Colombo, de forma bastante sensata: "Apesar das quedas terem sido significativas, os índices americanos ainda estão acima dos seus níveis-chave de suporte, portanto é preciso esperar para ver se eles aguentam antes de ficarmos realmente preocupados."

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Mercados americanos: S&P 500, Nasdaq 100, Dow Jones e Russell 2000 (semanal)


Faltam 50 minutos para a abertura dos mercados americanos. Aqui ficam alguns gráficos com a evolução dos principais índices americanos. Todos os mercados estão em tendência ascendente primária, mas o Russell 2000 apresenta vários sinais de fraqueza. 

Standard & Poor's 500 Large Cap Index:




Nasdaq 100 Index:


Dow Jones Industrial Average Index:
 


Russell 2000 (como o volume associado ao índice não é incluído nos gráficos do Russell 2000, recorremos ao ETF IWM da iShares):