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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (73)


     Foi mais uma semana aborrecida nos mercados ianques. A correcção multissemanal (em rigor, multimensal) prosseguiu sem sobressaltos, com os principais níveis de suporte a permanecerem válidos (2100-2125 pontos no S&P 500, 18 000 pontos no DJIA, 7750 pontos no DJTA, 1200 pontos no Russell 2000,  e 4600-4700 pontos no Nasdaq 100).

Os grandes índices até conseguiram acabar a semana com pequenos ganhos, com a notável excepção do DJIA, que fechou praticamente inalterado (-0,04%).



  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:

[00m20s]: no seu gráfico diário, o S&P 500 (SPY) continua debaixo das médias móveis simples a 10, 20 e 50 dias, o que, nas palavras do Sr. Shannon, "é motivo de preocupação". Além disso,  SPY também fechou a semana abaixo da média de preços ponderada por volume (volume weighted average price - VWAP) traçada desde os mínimos do Brexit (Junho). Ainda assim, o ETF que replica o S&P 500 mantém-se claramente acima do suporte nos $212,5 (correspondente aos 2125 pontos no $SPX). No gráfico intradiário do SPY (30 em 30 minutos), a acção de preços parece estar a ser travada por uma resistência na casa dos $214 que, infelizmente, já funcionou como suporte há uns dias atrás. Por conseguinte, o Sr. Shannon gostava que o SPY subisse acima dos $215 na próxima semana,

[01m09s]: já o Nasdaq 100 fechou a semana próximo do seu máximo histórico ($118,15 para $119,48). O Sr. Shannon acha que seria desejável que o suporto na casa dos $117 aguentasse nas próximos sessões.

[03m08s]: o Russell 2000 (IWM) continua a lutar para se manter acima da VWAP traçada desde os mínimos do Brexit (Junho). Para já, tem vencido, mas a dança ainda não acabou, até porque o suporte multianual na casa dos $120 (outrora resistência) está logo abaixo. No gráfico intradiário do IWM (30 em 30 minutos), a acção de preços fechou acima da média móvel simples a 5 dias. Porém, o declive da MM(65) ainda está descendente.

[04m41s]: quem tem estado muito bem praticamente desde o início de 2016 é o sector dos semicondutores (SMH), apesar da queda recente de um dos seus principais componentes, a Intel Corp (INTC:Nasdaq GS). O desempenho dos semicondutores tem sido tão bom que o Sr. Shannon diz que só ficará preocupado se o preço descer abaixo dos $67 e permanecer debaixo desse nível nas sessões seguintes.

[05m34s]: em sentido contrário estão as biotecnológicas (IBB), o pior grupo de 2016 (-20,86% YTD). No gráfico intradiário, a média móvel simples a 5 dias parece estar a estabilizar. Contudo, há uma clara linha de tendência descendente (LTD) que permanece em jogo e o mais provável é que as IBB sejam travadas por ela caso voltem a subir.

[06m19s]: no seu gráfico intradiário de 15 em 15 minutos, a Apple (AAPL: Nasdaq GS) fechou abaixo da sia média móvel simples a 5 dias e, no seu gráfico diário, a acção parece estar a fazer uma pequena correcção até à sua média móvel simples a 20 dias. Nesta conjuntura, é necessário que a AAPL volte a subir até aos $117,5 e manter-se acima desse nível.

[06m48s]: já as obrigações do tesouro americano a 20+ anos (TLT) estão a retestar um suporte multimensal na casa dos $132

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (52)


   Tivémos uma semana bastante interessante nos mercados americanos. A volatilidade aumentou inicialmente, mas terminou abaixo dos níveis registados na semana anterior. Houve fortes quedas nas sessões de quarta-feira e de quinta-feira, mas a sessão de sexta-feira foi tão fortemente bullish que a semana acabou ligeiramente acima do break even. Neste momento, o viés é globalmente positivo mas, ainda assim, nada é garantido, até porque há uma resistência multi-mensal por quebrar no S&P500. Brian Shannon com os pormenores:

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (50)


  Hoje não tenho tempo para fazer os habituais "pontos-chave". Fica apenas o essencial, que é o vídeo, ao qual acrescento uma observação bastante óbvia: os índices bolsistas dos EUA estão novamente a cair. O Russell 2000 (IWM), em particular, está mesmo muito feio! O sector dos transportes (IYT), que o Sr. Shannon não cobre mas que é muito importante para aqueles que, como eu, ainda se orientam pela venerável Teoria de Dow, também não está nada famoso!

domingo, 9 de agosto de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (43)


Os principais índices bolsitas americanos continuam como têm estado praticamente desde o início do ano: uma valente m#$%&! Nem sobem nem descem, situação que é frustante para os investidores... e o pior pesadelo que existe para os especuladores impacientes (notem que eu não disse especuladores de uma forma geral). E o pior, parecem estar com vontade de cair, embora ainda seja cedo para apostar nisso:


Os semicondutores continuam a afundar-se e subtraem já -5,71% em termos anuais (year-to-date, YTD). O ouro (GLD, ausente na tabela-resumo do Sr. Shannon) já perdeu -7,86%. E o petróleo (USO) tem sido absolutamente massacrado, perdendo quase um terço do valor que tinha no início do ano (-28,49%).

Com excepção do sector das biotecnológicas (IBB), os lucros têm sido bastante modestos. Apenas o Nasdaq (QQQ) supera a fasquia dos +5%. E com o declínio dos semicondutores, que constituem uma fatia muito importante desse índice, é bem provável que esses ganhos sejam devolvidos nas próximas semanas.

A incerteza é muita... por isso vamos ouvir quem sabe, Brian Shannon, CMT (Chartered Market Technician), o melhor analista técnico presentemente no YouTube em mais um excelente vídeo:


  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:

Modo actual: bearish (negativo).
[00m39s]: o S&P 500 (SPY) continua a transaccionar dentro do rectângulo bem definido que vigora desde Fevereiro, tendo testado a sua Média Movél a 200 dias (representada a preto, no gráfico diário que nos oferece o Sr. Shannon) duas vezes só nas últims duas semanas. A MM(200) ainda tem um declive ascendente. Mas como já não há praticamente subida dos preços desde Outubro (aprox. 200 dias), ela deverá ficar mais horizontal nas próximas sessões, um sinal forte de que devemos redobrar a cautela.

Mas há mais... o Sr. Shannon identificou este triângulo simétrico no gráfico intradiário (30 em 30 minutos) do SPY:




...sobre o qual eu desenhei três possíveis desfechos, dois negativos (a e b) e um positivo (c). Enquanto permanecermos abaixo dos $209 (zona intermédia do triângulo simétrico), todo o cuidado é pouco. Ainda por cima, o preço no gráfico diário fechou imediatamente acima da sua Média de Preços Ponderada por Volume (Volume Weighted Average Price- VWAP), construída desde o início do ano (YTD). Este nível, agora na casa dos $207,95, tem servido muitas vezes de suporte aos preços e está agora praticamente horizontal, o que significa que esse suporte está a tornar-se mais fraco (suportes constituídos por linhas e médias móveis tendem a ser tanto mais fortes quanto maior for o seu declive). Seja como for, até aos $204 é preciso manter a calma. Só quando o SPY descer abaixo desse nível, quebrando o rectângulo multimensal, é que teremos razões para ficarmos realmente preocupados.

[04m02s]: o Sr. Shannon mostra como é difícil neste momento prever para onde vão os mercados, dando vários exemplos contraditórios; um bom exemplo da fraqueza de algumas acções é o caso da Apple, inc. (AAPL: Nasdaq GS) que se encontra presentemnte abaixo da sua Média Movél a 200 dias (gráfico diário), assim como o Twitter (TWTR: NYSE); por outro lado, a Netflix, inc. (NFLX: Nasdaq GS) tem tido uma ascensão meteórica desde finais de Abril (aprox. +111,3%!!!).

[05m18s]: o Nasdaq 100 (QQQ)..........

domingo, 26 de abril de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (36)


Os mercados americanos voltaram a subir durante a última semana, mas a próxima semana abre com um dos momentos mais críticos do trimestre: a divulgação de resultados da Apple (AAPL:  Nasdaq GS), a acção com a maior capitalização bolsista do mundo (672,46 milhares de milhões de dólares americanos). Vamos lá ver e ouvir o que é o grande Brian Shannon, o melhor analista técnico presentemente no YouTube, pensa acerca disto:

  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
Modo actual: tendencialmente bullish, sendo também provável que os preços lateralizem ou até recuem um pouco durante a próxima semana.

[00m27s]: o S&P 500 (SPY) acabou a semana em máximos históricos, com a resistência multi-semanal das últimas sessões (aprox. $211) a ser quebrada e a agir como suporte logo a seguir (gráfico intradiário). A zona de suporte a vigiar situa-se na casa dos $210.

[01m12s]: o Nasdaq 100 (QQQ) está em máximos de 15 anos, tendo tido uma semana fabulosa [QQQ +4,27%]. Durante a próxima semana, a zona de suporte a vigiar situa-se entre os $109 e os $109,25.

[01m54s]: o Russell 2000 (IWM) parece estar a ficar mais "neutro", não tendo ainda conseguido superar os máximos do início do mês. Há duas zonas de suporte a ter em conta, uma entre os $125 e os $125,5 e a outra um pouco mais abaixo, no intervalo entre os $123,75 e os $124.

[02m33s]: os semicondutores (SMH) parecem estar em pleno processo de consolidação, precisando de mais tempo para acumular pressão compradora e voltar a subir. Nas palavras do Sr. Shannon "evitar-se-á o desastre desde que permaneçamos acima dos $55".

[03m00s]: o sector financeiro (XLF) está ainda pior, com a média móvel a cinquanta dias -MM(50)- praticamente horizontal.

[03m09s]: as acções da Apple. Inc.(AAPL: Nasdaq GS) recuperaram algum terreno ($130,28 fecho), mas ainda estão longe do máximo registado no final de Fevereiro ($133,60). Amanhã, 27 de Abril, a AAPL vai divulgar os resultados do último trimestre (Q1 2015). Para quem detém acções e entrou há pouco tempo, talvez seja importante considerar a zona de suporte nos $129,2 para colocação de uma ordem stop, uma vez que estas grandes acções americanas tendem a oscilar fortemente nos dias de resultados, com variações da ordem dos 15% e até mais a serem perfeitamente possíveis.

[04m16s]: o petróleo ($WTIC) fez uma boa recuperação desde os mínimos de Março ($42,41) e passou a última semana a lutar contra uma forte resistência na casa dos $59 que já tinha travado o preço em Dezembro de 2014. Há um suporte na casa dos $55, mas poderá não ser suficiente se a resistência nos $59 exercer a sua acção e despoletar uma nova correcção do preço do barril de crude. O Sr. Shannon acha que existe um potencial padrão de "cabeça e ombros invertida" no gráfico intradiário (4 em 4 horas). Devo confessar que não estou lá muito convencido, por entender que este género de padrões só tem força e consistência nos gráficos diários.

[05m29s]: conforme já tínhamos visto na análise semanal do Sr. Hentges, as obrigações do tesouro americano a 20+ anos (TLT) quebraram a sua zona de consolidação para baixo, um sinal "bearish". O Sr. Shannon acha que se o preço do ETF TLT não conseguir subir até à zona entre os $129,5 e os $130 durante a próxima semana, a queda subsequente pode ser muito significativa.

[06m07s]: o Sr. Shannon acha que a Amgen, Inc. (AMGN: Nasdaq GS) "tem o potencial de continuar a deslocar-se para cima", apesar da clara resistência nos $172,5. Parece haver de facto um certo arredondamento da acção dos preços desde finais de Novembro, mas eu acho o trade demasiado arriscado. Seja como for, o Sr. Shannon recomenda a compra a partir dos $170, devendo a ordem stop corresponde ser colocada na casa dos $166.

[07m00s]: também a Citrix Systems, Inc. (CTXS: Nasdaq GS) penetrou uma resistência recente e parece estar a conseguir manter-se acima dela. No entanto, há uma linha de tendência descendente (LTD) que já vem desde 2011 e que não está muito longe dos níveis de valorização actual, tornando a entrada/reforço de posição extremamente arriscado.

[07m00s]: a LinkedIn Corp. (LNKD: NYSE) também poderá estar a ganhar força, depois de acção ter ressaltado na Média de Preços Ponderada por Volume (Volume Weighted Average Price- VWAP) no gráfico intradiário

[08m16s]: a Verisk Analytics, Inc. (VRSK: Nasdaq GS) é outra acção que o Sr. Shannon vê como tendo bom potencial de subida, mas eu acho que, apesar das subidas recentes, o MACD semanal está francamente negativo e o trade é por isso demasiado arriscado. Seja como for, a resistência a considerar como sinal para abrir posições longas andará na zona dos $73.

[09m03s]: a chinesa AliBaba Holding Group, Inc. (BABA: NYSE) teve uma semana decente [BABA +3,26%] mas, quando muito, estaremos numa situação de paragem das quedas, não de começo de subidas. A resistência a considerar situa-se na casa dos $87,5. O suporte vigiar andará pelos $81.

[09m36s]: finalmente, a GoPro, Inc. (GPRO: Nasdaq GS) continua a ser uma acção de fugir e, na melhor das hipóteses, as recentes subidas modestas correspondem apenas a um fenómeno de neutralização da tendência descendente.

domingo, 19 de abril de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (35)


Depois da sessão brutal de Sexta-feira passada, aqui fica o imprescindível comentário semanal do melhor analista técnico presentemente no YouTube:


  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
Modo actual: tendencialmente bearish, sendo também provável que os preços lateralizem durante a próxima semana.

[00m32s]: o S&P 500 (SPY) continua a oscilar lateralmente, depois de uma penetração falhada à linha de tendência descendente (LTD) identificada na análise da semana passada. Há uma clara zona de suporte entre os $204,25 e os $204,5 que vigora desde o início de Março. No gráfico intradiário (em intervalos de 65 minutos), os preços parecem estar mesmo a meio da zona de consolidação/ lateralização, havendo por isso fortes probabilidades de ainda descermos mais, até à zona de suporte indicada anteriormente.

[03m10s]: a LTD no gráfico diário do Nasdaq 100 (QQQ) permanece intacta, tendo servido de resistência durante a última semana. Existe um suporte claríssimo na região entre os $103,75 e os $104,25. É importante que essa zona de suporte aguente durante a próxima semana, uma vez que, caso contrário, poderemos estar perante um triângulo descendente. No gráfico intradiário (30 minutos) é possível verificar que existe uma banda crítica entre os $106,75 e os $107 que poderá vir a constituir-se como resistência na eventualidade de os preços tentarem subir na próxima Segunda-feira.

[04m52s]: o Russell 2000 (IWM) alcançou um novo máximo histórico na sessão de Quarta-feira, mas depois acabou por acompanhar as quedas do resto do mercado e deixar um espaço ("gap") para baixo no gráfico diário. Pior do que isso, o gráfico intradiário (30 minutos) mostra que o preço está agora debaixo da média móvel a 5 dias -MM(65)- cujo declive passou a estar negativo. Não será por isso sensato voltar a apostar no Russell antes de voltarmos a estar acima dos $126.

[07m01s]: os semicondutores (SMH) "estão uma confusão", nas palavras do Sr. Shannon. O teste à LTD falhou e o fundo transaccionável (exchange-traded fund, ETF) parece estar a tentar encontrar suporte na casa dos $55.

[07m25s]: o sector financeiro (XLF) também parecia estar a dirigir-se para cima, neste caso para uma resistência em redor dos $24,5 que tinha travado o preço desde o último mês de Fevereiro. No entanto, falhou o novo reste a essa resistência, fez um "gap" para baixo e não deverá voltar a subir no futuro imediato. Apesar de haver uma zona de suporte claro entre os $23,8 e os $23,9, é impossível determinar o que vai acontecer nos próximos dias [N.B. sobretudo com a incógnita da Grécia].

[08m33s]: as biotecnológicas (IBB) voltaram a superar os restantes sectores. Apesar de terem fechado a semana negativas, elas caíram menos do que os outros grupos de acções [N.B. apenas -0,28% comparado com -1,61% no Nadaq 100]. Ainda assim, convém ter presente que o ETF IBB está presentemente abaixo da sua média móvel a 5 dias -MM(65)- cujo declive está agora descendente, precisando por isso de voltar a superar a zona dos $360 para justificar o risco. Em caso de continuação das descidas, o IBB pode mesmo descer até aos $340 não sendo portanto boa altura para novos reforços ou entradas.

[10m02s]: o dólar americano (UUP) tem estado a corrigir das enormes subidas das últimas semanas e ainda poderá lateralizar durante mais alguns dias. A zona de suporte a vigiar situa-se entre os $25,2 e os $25,5. A tendência primária de subida do dólar americano permanece intacta.

[10m15s]: as obrigações do tesouro americano (TLT) a 20+ anos ainda estão a digerir as descidas recentes e agora parecem ter encontrado uma área de consolidação com suporte na casa dos $129-$129,25.

[10m42s]: a Amazon.com Inc.(AMZN: Nasdaq GS) apresenta resultados esta semana [N.B. Q1, Quinta-feira, 23 de Abril] e parece estar a constituir uma zona de consolidação que poderá vir a servir de "rampa de lançamento" caso os números sejam bons. Porém se os números forem maus, o preço da acção poderá recuar até à zona dos $310. Moral da história: fujam da Amazon durante esta semana, a menos que saibam alguma coisa que nem eu, nem o Sr. Shannon sabemos...

[11m30s]: mais uma semana que passou, mais um péssimo desempenho da Ali Baba (BABA: NYSE). O Sr. Shannon chama-lhe "um pedaço de lixo" (a piece of garbage) e não é para menos. O preço tem estado bem abaixo da Média de Preços Ponderada por Volume (Volume Weighted Average Price- VWAP) e uma grande parte das pessoas que compraram a acção (praticamente todas desde a oferta pública inicial) perderam dinheiro.

[13h29s]: o petróleo ($WTIC) conseguiu romper a resistência na casa dos $55 que vigorava desde o início do mês de Fevereiro. E tem mesmo potencial para regressar à resistência seguinte, em redor dos $59 (Dezembro de 2014). No entanto, essa zona tem fortes probabilidades de voltar a funcionar como resistência, motivo pelo qual é melhor esperar pela sua penetração efectiva antes de apostar na compra de petróleo.

[15h34s]: finalmente, o Facebook, Inc. (FB: Nasdaq GS) falhou aquilo que parecia um novo ciclo de subidas. A acção começou por fazer um mínimo mais elevado do que o precedente, mas não conseguiu acompanhar nos máximos, caindo para debaixo da média móvel a 5 dias -MM(65). Só nos resta esperar por melhores dias...

domingo, 29 de março de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (33)


Hoje não tenho tempo para fazer os habituais "pontos-chave" da análise semanal do Sr. Shannon. Fica "apenas" o vídeo, que é o que mais interessa:

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (29)


  Conforme eu tinha previsto, os mercados americanos estão novamente a subir. Está na hora de olharmos para a mais recente análise semanal do grande Brian Shannon:


  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
Modo actual: bullish, com o rectângulo de consolidação semanal identificado pelo Sr. Harmon a ser penetrado com sucesso.

[00h45s]: O Sr. Shannon começa a sua análise do S&P 500 (SPY) com um comentário pertinentíssimo: “devemos esperar que a tendência [primária] se mantenha enquanto os níveis-chave de suporte aguentarem”. Conforme eu observei aqui, a zona amarela entre os $196 e os $198 tinha suportado o preço do SPY desde meados de Dezembro, o que sugeria que ainda não tinha chegado o fim do presente Bull Market. O Sr. Shannon acha que a tendência deverá continuar “bullish”, sobretudo enquanto permanecermos acima dos $208,5. Aqui o vosso blogueiro concorda, porque é aí que podemos encontrar a anterior resistência, que travou a progressão do SPY no último mês de Dezembro.

[02h06s]: Ainda no SPY, seria desejável que o preço recuasse até à anterior resistência entre os $210 e os $210,25 e aí fizesse um novo mínimo, mais alto do que o precedente, consolidando assim a tendência ascendente.

[02h33s]: O Nasdaq 100 teve uma excelente semana, tendo acumulado o dobro dos ganhos do S&P500 e fazendo um belíssimo padrão de mínimos e máximos cada vez mais altos. Em caso de recuo do preço, a primeira zona de suporte a ter em conta deverá estar entre os $106,75 e os $107,25.

[03h48s]: O Russell 2000 (IWM) também está a mostrar um bonito padrão de máximos e mínimos consecutivamente mais elevados, havendo inclusivamente uma resistência que passou a suporte no gráfico intradiário. Esse novo suporte é agora a referência a ter em conta, situando-se entre os $120,75 e os $121.

[04h25s]: Os semicondutores (SMH) também estão bem de saúde, com a primeira zona de suporte a ter em conta entre os $56 e os $56,25.

[05h16s]: O sector financeiro (XLF) continua a marcar passo, tendo recuado até uma zona de suporte entre os $24 e os $24,1. É crucial que este suprote aguente durante as próximas sessões. A boa notícia é que, na sessão de Sexta-feira, houver uma recuperação graças ao acordo entre o Eurogrupo e a Grécia, com o fundo a penetrar a média móvel a cinco dias -MM(65)-. No entanto, aqui o vosso blogueiro continua francamente pessimista no que concerne à saúde do sector financeiro a longo prazo. Evitem-no!

[06h26s]:  A Apple, inc. (AAPL: Nasdaq GS) continua a sua ascensão fulgurante, estando novamente em máximos históricos. O Sr. Shannon chega a mesma a dizer "é preciso ser um tolo para apostar na queda da Apple, é a acção mais forte do momento! Não faz sentido dar um soco no gajo mais forte do bar quando ele não está a ver e depois ficar à espera que fique tudo bem!". E eu concordo plenamente, caros leitores. Enquanto houver máximos e mínimos consecutivamente mais elevados, "shortar" uma acção é pura estupidez!

[08h01s]: A Amazon (AMZN: Nasdaq GS) também continua em grande forma desde a última divulgação de resultados (Q4 2014). O Sr. Shannon alerta para a ideia absurda que existe, por parte de alguns especuladores, de que todos os "gaps" (espaços deixados entre as velas após subidas ou descidas muito rápidos da cotação), têm obrigatoriamente de ser preenchidos. Não tem necessariamente de ser assim... e mesmo quando acaba por ser assim, pode demorar muito tempo, semanas, meses e até anos!

[08h47s]: O Twitter (TWTR: NYSE) recuperou desde a última divulgação de resultados (Q4 2014), mas ainda está abaixo dos máximos anteriores. Também o Facebook (FB: Nasdaq GS) e a Netflix (NFLX: Nasdaq GS) tiveram boas subidas. As pessoas que apostaram contra estas acções em tempos recente estão agora a arder (em sentido figurado, evidentemente).

[10h59s]: Em sentido contrário segue a Ali Baba (BABA: NYSE), que continua a sua triste marcha descendente, estando cada vez mais próxima do mínimo histórico. A GoPro (GPRO: Nasdaq GS) está pouco melhor.

[11h30s]: O Sr. Shannon faz aqui um brilhante exercício usando a presente correcção das obrigações do tesouro americano (TLT). Começando por observar que houve pessoas que tentaram apostar na subida do título quando o preço tocou na média móvel a 50 dias -MM(50)- e falharam, o Sr. Shannon demonstra a ineficiência desta estratégia (comprar quando o preço toca na MM), quando a mesma não é confirmada pela acção do preço na resolução temporal intradiária. Em particular, o preço ainda se encontrava abaixo de uma MM(65) descendente e, pior do que isso, estava a fazer mínimos e máximos cada vez mais baixos. É preciso esperar pela consolidação do título antes de apostar em subidas.

[12h48s]: O Sr. Shannon repete o exercício anterior para o petróleo (OIL, USO, WTIC), desta vez em sentido contrário, i.e. houve pessoas que apostaram na subida do petróleo apenas porque o seu preço cruzou a MM(50) de baixo para cima. Não chega, caros leitores: é preciso que o preço cruze e se mantenha acima da MM, fazendo mínimos e máximos consecutivamente mais elevados, até que a MM adquira um sentido ascendente. O Sr. Shannon considera que existe uma forte resistência entre os $54 e os $54,5 (WTIC). Já o suporte a ter em conta deverá estar entre os $49,5 e os $50. A conclusão é que ainda não chegou a hora de apostar na subida do petróleo.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (28)


Alegria! Os mercados americanos estão novamente a subir com o S&P500 a fazer máximos históricos. Nos mercados, nada é garantido, mas todos os indicadores apontam presentemente para mais subidas nas próximas sessões. É a minha sincera opinião e também a do grande Brian Shannon, que nos oferece mais uma excelente análise:


  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
Modo actual: bullish, com a última resistência no SPY ($209) a ser quebrada na sessão de ontem.

[01h32s]: No S&P 500 (SPY), os compradores deverão manter o controlo da situação enquanto o preço se mantiver acima dos $204; no entanto há um suporte mais acima, na casa dos $207, que deverá ser vigiado com primeiro sinal de fraqueza dos touros. 

[03m35s]: No Nasdaq 100 (QQQ), houve uma linha de tendência descendente (LTD) que foi quebrada esta semana, um sinal manifestamente "bullish"; o Sr. Shannon acredita que estamos agora perante um período de subidas consistentes, dizendo "não há razão para apostar contra máximos e mínimos cada vez mais elevados"; a nova bada de suporte a vigiar encontra-se entre os $104,5 e os $105.

[05m03s]: Até o Russell 2000 (IWM), que foi o "patinho feio" dos índices americanos durante o ano de 2014, está a dar sinais de querer subir, rompendo a resitência que vigorava na casa dos $121,5; o suporte mais importante está agora um pouco mais abaixo, entre os $120,25 e os  $120,5.

[06m18s]: Os semicondutores (SMH) fizeram um padrão bastante semelhante ao do fundo transaccionável QQQ, com uma LTD a ser quebrada e novos máximos a serem atingidos; o suporte a ter em conta está agora entre os $55,25 e os  $55,5. 

[07m54s]: O sector financeiro (XLF) continua a marcar passo, apesar de ter avançado durante esta semana; o Sr. Shannon chama a atenção para a grande diferença do desempenho entre algumas acções deste sector, em particular a American Express (AXP:NYSE), que foi massacrada, e a Goldman Sachs (GS:NYSE), que teve umas sessões de subida interessantes; aqui o vosso blogueiro recomenda fugir do sector financeiro como o diabo da cruz, sobretudo enquanto as dúvidas em relação à permanência da Grécia na Zona Euro persistirem. 

[09m22s]: O petróleo (OIL, USO, WTIC) ressaltou ligeiramente, mas ainda é impossível saber se está a formar um fundo ou se isto é apenas uma pausa na sua tendência descendente primária. 

[10m42s]: As obrigações do tesouro americano (TLT) estão a corrigir as subidas das últimas semanas, tendo descido até ao nível de resistência do final do ano passado (algures nos $128); ainda não há sinais de que as quedas já terminaram, com o preço a fazer novos mínimos e máximos cada vez baixos, debaixo de uma média móvel a cinco dias -MM(65)- descendente. 

[12m06s]: A Apple (AAPL: Nasdaq GS) voltou a ter outra boa semana; tem sido assim desde a última divulgação de resultados (Q4, 2014), quando a acção quebrou a zona de resistência nos $120; apesar das subidas, quem apostar nas quedas estará a correr um risco muito grande, porque a tendência primária é claramente de subida; a zona de suporte mais importante neste momento parece estar na cada dos $125,5. 

[13m42s]: A Ali Baba (BABA: NYSE) continua a ser, nas palavras do Sr. Shannon, "um monte de lixo", apresentando uma tendência descendente inquestionável; o Sr. Shannon acha mesmo que é provável que a BABA venha a fazer um mínimo histórico num futuro próximo; o meu conselho mantém-se: evitem! 

[14m41s]: em sentido contrário segue a Linkedin Corp. (LNKD: NYSE), que "explodiu" para cima na sequência da divulgação dos últimos resultados (Q4, 2014) e parece estar a preparar-se para novas subidas.  

[14m56s]: também a Amazon (AMZN: Nasdaq GS) e a (NFLX: Nasdaq GS) estão em grande forma, embora eu pessoalmente ache que os fundamentais destas acções não são os melhores e prefira evitá-las. 

[15m53s]: já a Tesla Motors (TSLA: Nasdaq GS) está em clara tendência primária descendente desde Setembro de 2014; a propósito, o Sr. Shannon faz aqui um excelente comentário sobre a forma de usar a média móvel a 50 dias -MM(50)- para determinar a direcção primária de uma acção ou índice. 

[17m11s]: há alguns nomes a ter em conta para a próxima semana, nomeadamente a Dish Network (DISH: Nasdaq GS), que parece estar a acumular "tensão" acima da média móvel a cinco dias -MM(65)- e pode vir a "explodir" para cima. 

[18m20s]: também a Oracle (ORCL: NYSE) quebrou recentemente zonas de resistência relevantes, mas ainda é cedo para abrir posições; é no entanto altura de começar a olhar para acção como tendo potencial de recuperação. 

[19m33s]: o Sr. Shannon sugere também a monitorização da Varian Medical Systems (VAR:NYSE), mas eu aqui não estou tão confiante; é que há uma ligeira divergência no Oscilador de Percentagem do Preço (percentage price oscillato - PPO) que me deixa bastante desconfortável.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (27)


É certinho aqui no AnB: a cada nova semana, uma nova análise do grande Brian Shannon. Aproveitem, caros leitores, é bom e é de graça!


  • Pontos-chave do vídeo do Sr. Shannon:
Modo actual: tendencialmente bullish, mas a precisar de confirmação; novas posições devem ser abertas com grande cuidado.

[00m48s]: No S&P 500 (SPY), a zona de suporte entre os $198 e os $200 aguentou, com o preço a ultrapassar a zona dos $202 e o declive da média móvel a cinco dias -MM(65)- a virar positivo,  o que é uma boa notícia para a saúde dos mercados; o Sr. Shannon acredita que a zona entre os $206 e os $206,5 é agora a região a superar para assegurar a continuação do Bull Market (Mercado dos Touros); eu estou um pouco mais pessimista e acho que a zona a superar está algures nos $208.

[03m25s]: No Nasdaq 100 (QQQ), a situação é um pouco melhor, havendo já duas zonas de resistência penetradas, a mais recente nos $103,5; mas, mais uma vez, eu estou mais pessimista e acho que a zona a superar é entre os $105 e os $105,5.

[04m54s]: Já no Russell 2000 (IWM) a situação é um bocado mais delicada, com o índice das Small Cap ainda abaixo das anteriores zonas de resistência, em particular da zona entre os $117 e os $117,5 a boa notícia é que a média móvel a cinco dias -MM(65)- está ascendente.

[06m08s]: Os semicondutores (SMH) estão com bom aspecto, mas é possível que recuem um pouco, testando a zona de suporte entre os $54,2 e os $54,6.

[06m36s]: O sector financeiro (XLF) tem sido a "ovelha manca" dos mercados americanos; na próxima semana, seria desejável que o preço se aguentasse no intervalo entre os $23,6 e os $23,7.

[08m24s]: O petróleo (OIL, USO, WTI) continua numa clara tendência descendente e ainda não há sinais de que as quedas vão ficar por aqui; aqueles que querem comprar petróleo devem continuar à espera de melhores dias.

[10m07s]: Já as biotecnológicas (IBB) continuam numa clara tendência ascendente e até atingiram novos máximos na última semana;

[10m15s]: O dólar americano (UUP) está em grande forma (a queda do euro -ver postal anterior- também ajuda); para aqueles que acham que o dólar já subiu demasiado, o Sr. Shannon volta a lembrar a velha máxima do mercado: "a tendência é tua amiga, quem apostar contra a tendência merece perder".

[10m45s]: As obrigações do tesouro americano (TLT) também estão "on fire"; o Sr. Shannon aproveita a ocasião para demonstrar a enorme estupidez que é identificar um topo duplo antes de a base desse suposto topo duplo ter sido quebrada.

[11m23s]: A Apple (AAPL: Nasdaq GS) teve uma boa semana (já era hora, estava a começar a meter nojo), mas ainda precisa de consolidar um pouco antes de voltar a subir com força e a atingir novos máximos.

[12m40s]: Já a Amazon (AMZN: Nasdaq GS) continua a sua triste descida que, para já, parece imparável; o Sr. Shannon identificou um triângulo descendente que anuncia novas quedas nas próximas sessões.

[13m16s]: A Google (GOOGL: Nasdaq GS) está a mostrar alguns sinais de recuperação, mas a a média móvel a cinco dias -MM(65)- continua descendente; o Sr. Shannon recomenda por isso aos compradores manterem as ordens stop bem apertadas; jé eu recomendo que evitem a Google, porque acho que ainda está em claro Bear Market (Mercado dos Ursos).

[14m25s]: A situação na GoPro (GPRO: Nasdaq GS) é análoga à da Google.

[15m00s]: A Netflix (NFLX: Nasdaq GS) teve uma grande semana graças à divulgação de resultados do quarto trimestre  (Q4) de 2014. Apesar do enorme potencial de subida da acção, eu não recomendo a compra, pelos motivos que expus anteriormente neste postal.

[16m01s]: A Ali Baba (BABA: NYSE) recuperou um pouco das quedas recentes mas ainda apresenta uma tendência claramente descendente, com máximos e mínimos cada vez mais baixos. Evitar!

[16m57s]: A situação na Oracle (ORCL: NYSE) é bastante melhor, com a acção novamente em modo bullish (ascendente).

[18m11s]: A Regulus (RGLS: Nasdaq GM) parece estar a preparar-se para subir novamente, mas a volatilidade é demasiado alta para valer o risco.

[19m32s]: A FireEye (FEYE: Nasdaq GS) cruzou recentemente a MM(200) no gráfico diário mas precisa de consolidar antes de voltar a subir.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (25)


É Sexta-feira! O que significa que hoje é dia de copos! E ainda melhor do que isso, é dia de Brian Shannon! A vida é bela!

  • Pontos-chave do vídeo desta semana:
Modo actual: tendencialmente bullish, mas a precisar de confirmação; não convém abrir novas posições por enquanto.

[00m54s]: o Sr. Shannon começa o vídeo com uma piada acerca do ouro, cujo preço parece estar a ganhar força justamente quando ele deixou de o seguir nas suas análises. "Agora já podem acusar-me de ser o indicador contrário do ouro", graceja Shannon; aqui o vosso blogueiro acha que ainda é muito cedo para falar em recuperação do metal precioso; todas as médias móveis de longo prazo ainda estão negativas e há uma resistência muito importante para vencer na casa dos $120; e mesmo depois disso tudo, há uma LTD para quebrar na casa dos $125; 

[02m24s]: depois de ter aberto a sessão de Quinta-feira em "gap", o S&P500 (SPY) voltou a testar a zona de suporte na casa dos $204-$204,25, sendo agora possível que recue um pouco mais; nesta situação, seria desejável que o suporte na casa dos $202,5-$203 aguentasse;

[03m32s]: no Nasdaq 100 (QQQ), a zona de suporte a vigiar situa-se entre os $101,5 e os $102; se o índice descer abaixo dos $100, ficamos numa situação "muito feita" (palavras literais do Sr. Shannon), porque passamos a ter um padrão de mínimos e máximos mais baixos (ver o meu postal anterior);

[04m18s]: o Russell 2000 (IWM) fechou a semana em cima de uma resistência antiga ($118) e deverá retroceder nas próximas sessões; a zona de suporte a vigiar situa-se entre os $117 e os $117,25;

[04m50s]: os semincodutores (SMH) estão em claro padrão de correcção, com mínimos e máximos sucessivos mais baixos; por isso, o melhor é evitar este ETF por agora; a banda de suporte a vigiar encontra-se entre os $53 e os 53,5;

[05:29s]: o sector financeiro (XLF) teve uma semana horrível, tão horrível que apenas o petróleo conseguiu fazer pior; suporte entre os $23,75 e os $24;

[06h41s]: as biotecnológicas (IBB) parecem estar a aguentar um pouco melhor do que o resto do mercado, tendo fechado perto da última zona de resistência ($315-$320);

[07h16s]: o dólar americano (UUP) continua em forte tendência ascendente; "Quem apostar contra o dólar é um tolo", diz o Sr. Shannon, "porque todas as médias médias relevantes apontam claramente para cima";

[07h30s]: O mesmo pode ser dito para as obrigações (TLT);

A Apple (AAPL), a Ali Baba (BABA), a Google (GOOGL), a GoPro (GPRO), a Netflix (NFLX), a Tesla Motors (TSLA) e a Amazon (AMZN ) continuam de fugir; já a Tableau Software (DATA) está a dar alguns sinais de poder recuperar, mas ainda é cedo para abrir/reforçar posições.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (20)


Como de costume, cá fica mais uma análise semanal do grande Brian Shannon. Os mercados americanos têm estado uma valente seca nos últimos quinze dias, por isso a análise é praticamente igual à anterior, exceptuando algumas sugestões de compra que o Sr. Shannon nos providencia nos minutos finais do vídeo. Desconfio que isto é a calma antes da tempestade...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (18)

«A tendência é tua amiga.»
- Sabedoria dos Mercados -

Os mercados americanos abrem daqui a 2 horas e 20 minutos. Aqui fica mais uma excelente análise dos mercados americanos por parte do grande Brian Shannon. Em jeito de sumário abreviado, os mercados têm vindo a subir, mas começam já a aparecer alguns sinais de saturação. No entanto, ainda é cedo para apostar em quedas, coisa que aliás eu raramente faço num Bull Market. Aliás, se os riscos de apostar contra a tendência primária não forem absolutamente óbvios para o caro leitor que está a ler este blogue, a minha sugestão é que fique bem longe dos mercados!...



Vale ainda a pena também lembrar a máxima do Sr. Shannon: "Negoceiem as tendências, ignorem o ruído [notícias e opiniões dos "especialistas"] e foquem-se naquilo que o preço faz! Só o preço compensa!"

domingo, 26 de outubro de 2014

Texas Instruments, Netflix, Illumina, Procter & Gamble (gráficos semanais)


No meio da grande loucura e volatilidade que têm assolado os mercados americanos nas últimas semanas, tive duas grandes alegrias e dois grandes desgostos. Vou começar pelos desgostos: a Texas Instruments, Inc. (TXN: Nasdaq GS) e a Netflix, inc (NFLX: Nasdaq GS).

A TXN mergulhou desde os $ 49,37 até aos $ 41,47, perdendo uns assombrosos 16% e activando a ordem de Stop Loss que eu tinha nos $ 44 (ver gráfico diário aqui). Logo a seguir, começou a subir rapidamente, estando já praticamente no nível em que estava antes das quedas. Arre porra, às vezes o mercado é bem fod***!!!



Seja como for, a recuperação ainda não é definitiva. Se, por um lado, o RSI já está acima dos 50%, o MACD ainda indica fortes possibilidade de ocorrerem mais quedas. Portanto, o ideal para os investidores de longo prazo será aguardar que o preço supere a forte resitência na zona dos $ 49 e se mantenha acima dela. Os fundamentais da TXN estão bons e a maioria das casas de investimento recomenda a compra. Talvez volte a abrir posição caso a acção continue a mostrar força.

A segunda grande desilusão desta correcção recente dos mercados americanos foi a NFLX. Aqui a coisa ficou mesmo feia, embora para mim não tenha sido tão grave como a TXN porque consegui sair a tempo. A empresa voltou a bater as previsões de lucros, mas os investidores não ficaram convencidos devido a uma diminuição no número de novos subscritores do serviço de streaming. Como isso já tinha acontecido nos dois trimestres anteriores (Q1 e Q2) decidi fechar a minha posição antes do dia da divulgação dos resultados (15 de Outubro), safando-me da queda de mais de 32% que teve lugar nesse dia! Não foi sorte: tenho por política vender, na véspera das divulgações de resultados, todas as acções cuja cotação tenha caído nas duas anteriores divulgações de resultados. E não tenciono voltar a entrar na NFLX: os fundamentais da empresa já não são grande coisa, com níveis de endividamento muito altos e margens de lucro em contracção. De resto, não me posso queixar: a NFLX deu-me a ganhar mais de 350% desde que entrei, no início de 2013. Fossem todas as acções assim...


Mas já chega de tristezas, vamos olhar para uma menina que continua a dar-me grandes alegrias: a Illumina, Inc. (ILMN: Nasdaq GM).

A ILMN divulgou, no último dia 20, excelentes resultados para o terceiro trimestres de 2014 (Q3), com um aumento do lucro por acção (EPS) muito superior às estimativas do mercado ($ 0,63 vs. $ 0,56), o que fez a cotação saltar de $ 145,12 para os $ 198,12 (aprox. 30%) em apenas 2 semanas! E a melhor pare é que as projecções de crescimento da empresa continuam excelentes, conforme se pode ler aqui.

Quanto à parte técnica, desconfio que a ILMN deverá encontrar uma resistência significativa nos $ 200, dada a redondez desse número (se até o S&P 500 se esbarrou depois de chegar aos 2000 pontos, imaginem um que um número redondo pode fazer a uma simples acção). Nessa altura, o preço deverá corrigir um pouco, regressando ao triângulo quebrado na última semana (pintado a cor amarela no gráfico). No entanto, a acção está de boa saúde no longo prazo e só tenho pena de não ter aproveitado os últimos dias para comprar mais. Em Bull Market, os triângulos ascendentes de longo prazo, i.e. de vários meses, tendem a "explodir" rapidamente para cima uma vez rompido o triângulo. e propiciar grandes ganhos aos investidores atentos.

A minha outra grande alegria da semana foi uma daquelas acções que ilustra bem a história da lebre e da tartaruga, a Procter & Gamble (PG: NYSE). Sendo uma very large cap, a PG raramente dá grandes ganhos a curto e a médio prazo. Mas a longo prazo, a história é outra, conforme se pode ver neste gráfico:


A PG tem mais duas particularidades que atraem os investidores inteligentes: dividendos elevados e, talvez mais importante, não costuma cair de forma tão rápida quanto o resto do mercado, tornando-a uma boa acção defensiva para aqueles investidores mais avessos a altos níveis de risco. Não é preciso irmos mais longe: na recente correcção, o S&P 500 caiu quase 10%, o Nasdaq 100 caiu um pouco mais do que 10%, o DJIA caiu quase 9% e o Russell 2000 mais de 12%; mas a PG "só" caiu 4,5%!

A maioria das casas de corretagem não tem uma recomendação de compra para a PG, apesar de haver uma tendência recente por parte de alguns analistas para não vender as acções. Eu, no entanto, reforcei a minha posição, seguindo a minha lógica de seguir sempre o que está a subir, desde que esteja bom em termos fundamentais.

Mercados americanos: a análise semanal de Brian Shannon (14)


Afinal, aquele é quanto a mim melhor analista técnico presentemente no YouTube acabou por fazer a sua habitual análise semanal. Aqui fica o vídeo, excelente como sempre. Muita atenção ao que o Brian diz acerca da média móvel a cinco dias ou, na designação aqui do AnB, MM(5). Eu sou um investidor e  não um trader, por isso não transaccion num horizonte temporal tão curto. Mas covém sempre estar ao corrento daquilo que os outros andam a fazer na bolsa.



Mais atenção ainda acerca daquilo que ele diz sobre o Russell 2000, presentemente o índice mais fraco dos EUA e, consequentemente, aquele que requer mas atenção por parte dos investidores.

sábado, 6 de setembro de 2014

Netflix (NFLX:Nasdaq Global Select) - Diário e Semanal 2014/SET/05


À semelhança do que aconteceu com a Illumina, inc. (ILMN: Nasdaq GM), também a ascensão Netflix, inc. (NFLX: Nasdaq GS) foi travada por uma resistência importante, desta feita na casa dos $480. As divergências no PPO e no CMF (em relação ao preço) não são nada animadoras e a acção deverá corrigir novamente durante a próxima semana. A zona de suporte assinalada a cor amarela no gráfico é o destino mais provável para o preço da acção, embora um novo teste à MM(200), que se encontra presentemente na cada dos $400, também seja possível.



É claro que, nos mercados, nada é garantido e se os principais índices americanos voltarem a subir durante a próxima semana, a NFLX é bem capaz de subir com eles. Mas nós aqui no AnB guiamo-nos pelo cenário mais provável -e o cenário mais provável é o de correcção- razão pela qual preferimos ficar de fora e esperar para ver o que acontece nos próximos dias. Até porque esta postura parece ser corroborada pelo gráfico semanal:



Também aqui temos claras divergências entre os indicadores técnicos (MACD e RSI) e o preço da acção. O volume transaccionado continua em forte retracção, indicando perda de força do movimento ascensional. Mas o sinal mais preocupante para o futuro da NFLX é a possibilidade de quebra da linha de tendência ascendente que vigorava desde Outubro de 2012. A concretizar-se teremos provavelmente uma reversão ou, na melhor das hipóteses uma estagnação da subida. Seja como for, uma coisa é clara para mim neste momento: se o preço descer abaixo da MM(40), fecho a posição. Já há demasiados sinais maus para arriscar manter a acção abaixo desse nível.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Netflix (NFLX:Nasdaq Global Select) - Diário e Semanal 2014/AGO/07


A sessão dos mercados de hoje trouxe boas notícias para aqueles que, como eu, detêm acções da Netflix, inc. (NFLX: Nasdaq GS). O suporte na casa dos $420, que já tinha aguentado 3 vezes em Março e 6 vezes em Junho, voltou a funcionar, pelo menos por agora. E apesar de todos os índices dos mercados americanos estarem presentemente a corrigir (os europeus estão mesmo a afundar), o preço da NFLX ressaltou 8 vezes no ditoso suoporte durante as últimas semanas, tendo hoje subido nada mais, nada menos, do que uns prometedores 4,5%... e com um bom aumento do volume transaccionado:



Infelizmente, o cenário é menos claro no gráfico semanal, onde a perda de momento por parte da acção em 2014 continua bem evidente:



A última vela até é bastante jeitosa, mas convém ter bem presente que a semana só termina amanhã, podendo a sessão de Sexta-feira deitar tudo abaixo. Recorde-se no entanto que, do ponto de vista fundamental, a NFLX continua a merecer a recomendação de compra por parte da maioria das casas de investimento devido às perspectivas de aumento dos lucros por via da expansão da empresa na Europa. A nós, accionaistas, resta-nos portanto continuar a aguardar e ver no que isto dá...

sábado, 26 de julho de 2014

Netflix (NFLX:Nasdaq Global Select) - Diário e Semanal 2014/JUL/25


Depois de ter voltado a bater as previsões do lucro por acção para o segundo trimestre (Q2 2014) na passada Segunda-feira, a Netflix, inc. (NFLX: Nasdaq GS) tem estado a corrigir a uma velocidade bastante considerável, mas que ainda não é preocupante para os investidores a longo prazo. Já os investidores a médio prazo, i.e. quem entrou no início de Maio com o objectivo de fazer lucros mensais, já deve ter fechado as suas posições, uma vez que a MM(50) já foi quebrada:


E se o diário assusta, o semanal da NFLX mostra um cenário ainda mais pessimista: o meu sinal técnico de eleição para entrar e sair das acções está em vias de ocorrer: a MM20 está prestes a cruzar a MM40, de cima para baixo:


Vamos ver o que acontece ao longo da próxima semana. Pessoalmente, acredito que o preço vai continuar a descer, pelo menos até voltar a testar a MM200 no diário e a MM40 no semanal.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Netflix volta a bater as previsões e o valor da acção dispara!


A Netflix (NFLX: Nasdaq GS) voltou a superar as estimativas consensuais para o seu lucro por acção (EPS) e para a sua receita. Desta vez, a diferença entre os resultados obtidos no último trimestre (Q2 2014) não é tão grande quanto em ocasiões anteriores, mas o que é certo é que a multinacional do streaming continua a crescer mais do que os analistas tinham previsto:

EPS (Q2 2014): $1,15 vs. $1,14 estimado.
Receita: $1,340 G vs 1,338 G estimado.

A empresa ganhou 1,69 milhões de novos subscritores em todo mundo durante o segundo trimestre de 2014. A acção já esteve acima dos $459 no mercado "after-hours".

 Reed Hasting, o CEO da Netflix, inc., empresa que tem tido um desempenho fabuloso na bolsa.

Também a Texas Instruments, inc. (TXN: Nasdaq GS) bateu as previsões para o EPS em +$0,03, o que corresponde a um aumento de 5,08%.  Já receita da TXN ficou-se pelas estimativas:

EPS (Q2 2014): $0,62 vs. $0,59 estimado.
Receita: $3,29 G vs [3,14 a 3,40] G estimado.

Comparando estes resultados com outros recentes da TXN, verifica-se um ligeiro abrandamento do EPS relativamente ao primeiro trimestre de 2014, mas o seu valor permanece bem acima dos últimos três trimestres de 2013 (clicar na tabela para a aumentar).


A Texas estava a cair ligeiramente no mercado "after-hours", mas não é nada de preocupante. As perspectivas de crescimento a longo prazo mantêm-se muito positivas.

domingo, 20 de julho de 2014

Netflix (NFLX:Nasdaq Global Select) - Diário 2014/JUL/18


Outra grande empresa americana a apresentar resultados amanhã (21 de Julho, depois do fecho dos mercados) é a Netflix, Inc. Desde o final do último mês de Abril, o valor em bolsa da NFLX subiu mais de 50%, estando agora numa fase de correcção:

NOTA: a stop loss indicada na figura é para quem, como eu, estiver longo a muito longo prazo; quem entrou em Abril deve colocar a sua stop num nível bem acima, sob pena de perder todos os lucros acumulados desde então.

As casas de corretagem dividem-se quanto ao verdadeiro valor da NFLX, havendo várias recomendações de compra e de venda. Entre os principais aspectos a favor, é destacada a recente expansão da empresa na Europa, em especial na Alemanha e em França. Entre os principais aspectos contra, salientam-se os níveis elevados de endividamento da empresa, assim como dos seus rácios "cash to debt" e "price-to-cash-flow".

As estimativas consensuais para os ganhos do segundo trimestre (Q2) da NFLX são de $1,44 EPS (lucro por acção) e $1,338 G de receita. No passado trimestre (Q1) a NFLX superou as expectativas ($0,86 vs. 0,81 EPS), o que fez catapultar o seu valor em bolsa para os níveis actuais.


No entanto, é preciso ter bem presente que a NFLX é muito sensível às variações do preço final dos seus produtos. Por exemplo, em 2011 houve uma subida de +60% nos preços dos pacotes de DVD e "streaming", tendo produzido o efeito catastrófico que pode ser visto no gráfico em baixo (fonte):

Por conseguinte, tudo pode acontecer. No entanto, convém relembrar que a NFLX bateu todas as estimativas consensuais para os resultados trimestrais dos últimos dois anos. Além disso, o traçado da curva dos lucros por acção (EPS) está cada vez mais vertical (gráfico em baixo), o que significa lucros por acção a acelerar.


 Alguns analistas chegam mesmo ao ponto sugerir que a procura de acções da Netflix desde Abril se deve à expectativa do aumento dos seus lucros. Vamos ver como evolui o preço durante a sessão "after-hours" que se sucede à divulgação dos resultados amanhã.